Tudo isto destrói, tudo isto te corrompe.
Querias parar, parar para pensar, pensar em tudo, pensar na vida, pensar em ti, de ti, para ti, por ti.
Mas o mundo não para, é como "um jogo de xadrez", tens de ter tudo pensado, planeado.
Falhei uma jogada (ou mais, depende como o vês), não planeei, não pensei e assim me disponho vulnerável ás jogadas do adversário, a jogar eu contra mim quando algo me diz que a parte que é dona da consciência me esmaga, me põe em xeque, outra e outra vez...
Quando é que cai o rei?
Quando é que acaba o jogo?
Estou à espera de um "game over" digital num mundo cada vez mais analógico.
26 novembro 2012
25 novembro 2012
(de recuperação)
Houve um momento em que achei que ia conseguir, que podia ser tudo que quisesse... E depois acordei. Tinha 16 anos e estava a fazer um teste de matemática. Os meus estudos agora sombras de dias ilustres e as únicas pessoas que acreditavam em mim eram agora fantasmas. Mortos de desilusão ou desespero algures entre este dia fatídico e outro um pouco mais - o dia em que adormeci.
E aqui estou eu... Mais morto que vivo na época em que tenho mais vida dentro de mim, em que sinto que era capaz de virar o mundo... todo o mundo menos o meu... o meu "resiste agora e sempre", não às vitórias dos romanos mas sim às minhas derrotas. Continuo o mesmo derrota após derrota... Ou talvez não. Talvez morra um bocado de cada vez sem dar por isso, sem que ninguém dê por isso. E assim ando eu "morrendo" o dia a dia como alma condenada no inferno da sua preguiça inexplorável e adolescência infindável.
À espera de um fim cada vez menos provável,
Sinceramente cada vez menos teu,
À espera de um fim cada vez menos provável,
Sinceramente cada vez menos teu,
TU
Back to basics
Voltei... ou nunca fui embora.
Concedo que parte de mim, da pessoa que escrevia neste desabafo organizado morreu. Tenho algumas saudades desse mim mas quanto a isso pouco posso fazer a não ser voltar à campa, e aqui estou eu, um vivo entre os mortos, para homenagear a parte de mim que me deixou.
Concedo que parte de mim, da pessoa que escrevia neste desabafo organizado morreu. Tenho algumas saudades desse mim mas quanto a isso pouco posso fazer a não ser voltar à campa, e aqui estou eu, um vivo entre os mortos, para homenagear a parte de mim que me deixou.
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