E aqui estou eu... Mais morto que vivo na época em que tenho mais vida dentro de mim, em que sinto que era capaz de virar o mundo... todo o mundo menos o meu... o meu "resiste agora e sempre", não às vitórias dos romanos mas sim às minhas derrotas. Continuo o mesmo derrota após derrota... Ou talvez não. Talvez morra um bocado de cada vez sem dar por isso, sem que ninguém dê por isso. E assim ando eu "morrendo" o dia a dia como alma condenada no inferno da sua preguiça inexplorável e adolescência infindável.
À espera de um fim cada vez menos provável,
Sinceramente cada vez menos teu,
À espera de um fim cada vez menos provável,
Sinceramente cada vez menos teu,
TU
Sem comentários:
Enviar um comentário